EDITOR CHEFE
Ailton Botelho
COLABORADORES
Cainã Martins
Dän Hussmann
Estefanio Diaz
Henrique D'Agostino
Paulo Nobre
Samira Moura - Nova York
Tarcicio Neto

De tempos em tempos a Veuve Clicquot lança embalagens especiais de sua linha de champagnes. Para este ano, a grife inova com projeto assinado pelo designer Denis Boudard da QSLD Paris. A embalagem retrata o desenho de uma geladeira dos anos 50 e mantém seu Brut Yellow Label na temperatura ideal por pelo menos duas horas.
Descrito como algo entre o vintage e a vanguarda, este item de colecionador da linha "So Design" guarda uma bebida feita com uvas vindas de 50 a 60 variados crus. A predominante Pinot Noir garante a estrutura tão característica de Veuve Clicquot, enquanto que um toque de Pinot Meunier completa a assemblage. Chardonnay oferece a essencial elegância e refinamento para garantir um vinho perfeitamente equilibrado. Vinhos de reserva – entre 25 e 40% da assemblage – são incluídos no Veuve Clicquot Brut Yellow Label; cada um destes antigos vinhos, de até nove anos de idade, é mantido separadamente para assegurar a qualidade única.
O rótulo com amarelo inconfundível vem de 1860 quando Madame Clicquot queria criar um champanhe especial para os britânicos, já que seus gostos tendem a ser diferentes dos dos franceses. Para distingui-lo de seu clássico Ponsardin, pela sugestão de uma agência britânica, a Veuve Clicquot escureceu o rótulo branco, mas todo mundo reclamou que não poderia realmente ver a diferença com pouca iluminação, ou distingui-lo de outra garrafa com rótulo branco que estava empoeirado depois de algum tempo na adega. Assim, na primavera de 1876, o parceiro dos negócios de Madame Clicquot, Edouard Werle, escolheu o amarelo especial que você vê hoje. Uma jogada genial que premite a todos nós sermos capazes de distinguir um Veuve Clicquot de longe.
Por Paulo Nobre – Sem comentários