A atriz Andréa Beltrão, convidada para viver o papel de Hebe Camargo nos cinemas, no longa “Hebe – A Estrela do Brasil”, falou sobre o desafio de interpretar a apresentadora e afirmou que hoje, aos 90 anos, ela estaria revoltada com a violência contra “LGBTs” e “mulheres”.

“Ela estaria gritando sobre o feminicídio, ela estaria batendo nesse assunto e contra o assassinato de gays e LGBTI, acho que pra ela isso seria a morte, seria uma coisa incompreensível, da selvageria que se fazem com as pessoas”, disse a atriz, em entrevista ao UOL. Andréa revelou ainda durante a entrevista que sentiu um “desespero” ao aceitar o desafio. Segundo ela, a a pouca semelhança e o sotaque também lhe deixaram insegura.

“No começo, uma euforia de ‘poxa, que barato’, mas rapidamente um desespero, porque vi que era uma pessoa muito singular, de personalidade forte, com características marcantes. Pensava: ‘Não vai dar’. Fisicamente não pareço com ela, sou carioca, o sotaque dela é de paulista de Taubaté”, disse.

“Hebe – A Estrela do Brasil”, estreia nesta segunda, 15 de agosto. Confira o trailer:

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