Tom Ford será o novo presidente do Conselho de Designers de Moda da América, a partir de junho deste ano. O estilista ocupará o lugar de Diane von Furstenberg – que está no cargo há 13 anos. Até então, sob o comando de Von Furstenberg, a CFDA  ajudou a indústria da moda americana a entrar na era digital e ainda levantou questões sociais como paridade de gênero, sustentabilidade e diversidade na indústria.

Neste novo desafio, Tom Ford terá a missão declarada de “fortalecer o impacto da moda americana na economia global”. O projeto tem como objetivo incentivar os designers por meio de prêmios, bolsas de estudo, orientação, oportunidades de networking – nos últimos anos, a instituição sofreu críticas por não fornecer apoio suficiente aos seus membros.

Como Ford vai tentar influenciar esse movimento de jovens estilistas nós não sabemos, mas ainda neste ano o CFDA deve apresentar uma série de iniciativas pró-inclusão e diversidade na indústria. Seu maior desafio: transformar a instituição em algo atrativo para o futuro do mundo da moda – a adesão à CFDA diminuiu nos últimos anos, com quedas no valor total de assinaturas (de US$ 1,4 milhão em 2016 para US$ 1 milhão em 2017, de acordo com o último relatório anual do grupo) e de receita (de US$ 15,4 milhões em 2016 para US$ 12,5 milhões em 2017, segundo o mesmo documento).

 

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